O acesso à educação, lazer, moradia, trabalho e saúde, tanto física quanto mental, são pressupostos básicos para a aquisição de uma cidadania plena. Por acreditar que o acesso aos serviços psicológicos não podem estar restritos a classes, etnias ou gênero, trabalho, também, com crianças em situação de risco, populações de baixa renda e comunidades carentes.
Vice-Reitoria Comunitária da PUC-Rio
Atendendo à comunidade de professores, alunos e funcionários da PUC o atendimento psicológico oferecido pelo Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa e Intervenção Social, vinculado à VRC estende-se para além dos muros da Universidade. Além do atendimento psicológico supervisionamos o trabalho de estudantes ou profissionais recém formados interessados em trabalhar nesta área e desenvolver projetos afins.
Associação Santa Clara
Psicoterapeuta e coordenadora do atendimento psicológico da Associação Santa Clara, instituição voltada para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco, localizada em Vargem Grande e que abriga cerca de 80 crianças e jovens. Responsável pela elaboração e implantação de projeto de intervenção psicológica e psicopedagógica, além da elaboração de laudos e relatórios para o Ministério Público.
Comunidade Chapéu Mangueira
No morro do Chapéu Mangueira, situado no bairro do Leme, Zona Sul carioca, participei do Projeto Shantalla de acolhimento mãe-bebê, que consistia em reuniões semanais com mães adolescentes para pratica da técnica da massagem e discussão de temas referentes à maternidade: angústia, ansiedades, dúvida, abandono dos companheiros diante do nascimento da criança, etc. Também fui co-terapeuta do Espaço de acolhimento Mãe-Bebê, ligado ao Posto de Saúde da Associação de Moradores local.
Alguns artigos de interesse
-Moreira.A.C.G, Vilhena,J., Cruz. A.T.& Novaes,J.V. (prelo) Ley para qué y para quien: sobre la violencia de los niños. Revista. Topia. www.topia.com.ar
- Moreira.A.C.G, Vilhena,J., Cruz, A.T.A.& Novaes, J.V.(2010) Quem tem medo do lobo mau? Juventude, agresividade e violência. In: Revista Latino Americana de Psicopatologia Fundamental.12 (4) pp 677-697
http://www.fundamentalpsychopathology.org/art/dez2009/4.pdf
- Vilhena,J., Zamora, M.H. & Novaes, J.V. (2010) O Sentido dos Atos Destrutivos dos Adolescentes. Entendendo os jovens em conflito com a lei. O social em questão. PUC-Rio. XII (22)pp 141-160
Novaes,J.V., Vilhena,J., Moreira.A.C.G.& Zamora,M.H. (2009) As crianças que ninguém quer. Sobre o atendimento psicanalítico em uma instituição de portas abertas. In: Arquivos Brasileiros de Psicologia. Vol.69.N.1.pp 16-29 http://www.psicologia.ufrj.br/abp/
Moreira,A.C., Vilhena,J.V., Cruz, A.T. & Novaes, J.V. (2009) Quem tem medo do lobo mau? Juventude, agressividade violência. Revista Latino Americana de Psicopatologia Fundamental. Vol 12. N. 4 pp 677-697 http://www.fundamentalpsychopathology.org/art/dez2009/4.pdf
Novaes, J.V. (2009) Depoimento sem danos. Algumas considerações sobre possíveis repercussões em crianças sexualmente abusadas. In Revista Polêmica. Vol.8 (2). UERJ.pp23-38. http://www.polemica.uerj.br/8(2)/lipis_1.htm